Governança científica
A obra explicita como pode mudar — e onde deve parar.
A Constituição Científica organiza princípios, componentes, responsabilidades e procedimentos de revisão. Ela não substitui evidência e não transforma coerência interna em validação científica.
Minuta v1.4 · não promulgada · sem força normativa vigente
Precedência
Governar não é provar.
A Constituição descreve como o programa preserva identidade enquanto incorpora revisão. Seu papel é impedir que cada novo texto redefina silenciosamente a arquitetura.
“A obra permanece viva não porque evita a mudança, mas porque a organiza segundo princípios permanentes.”
Quando uma redação constitucional divergir do Léxico Canônico vigente, prevalece o Léxico até deliberação expressa.
Autoridade limitada
A autoridade decorre da qualidade das evidências e da consistência da arquitetura, nunca da impossibilidade de revisão.
Contexto de descoberta
A experiência e a trajetória do autor explicam a origem de perguntas; não justificam cientificamente as respostas.
Autonomia progressiva
O programa é organizado para que sua continuidade deixe de depender exclusivamente de pessoas específicas.
Mudança governada
Alterações lexicais, arquitetônicas e normativas exigem procedimento próprio; circulação textual não produz canonização.
Escala e aplicação
Extensões clínicas, coletivas ou organizacionais dependem de atos, instrumentos e validação correspondentes.